Olhos
Olhar a vida
Olhar a alma
Olhar o ser
Não só olhar mas "estar em" também.
Não só estar mas ser também.
Somos (ou não) parte (ou todo) do que vivemos e experenciamos durante o decorrer da nossa vida (ou não vida).
Bem se eu penso assim, pra este pensamento creio eu que para se ser mais, não algo superior mas apensas com mais vivências/experiências, precisamos viver mais.
Viver mais não no sentido de fazer mais coisas, ir a mais lugares, conhecer mais pessoas. Mas viver mais no sentido de estar aberta(o) a coisas novas, diferentes do seu cotidiano natural.
Simplesmente o sair da rotina, do dia a dia que muitas vezes é repetitivo não porque você quer que seja, mas porque todo o locus social no qual nasceu, cresceu e vive hoje determinou que o seja.
Vencer esse cotidiano, superá-lo diariamente é um romper com o status social no qual se habituou e, muitas vezes romper com a propria siciedade da qual faz parte e viver num mundo paralelo. Mundo este dificil de ser sustentando quando se conflita a cada segundo com o locus social do qual se separou.
É mais facil para os viventes romper apenas momentaneamente com esse locus social, pela simples vivência do novo. Mas depois de experenciado o rompimento, se retoma o cotidiano no minuto seguinte ao fim da experiência ruptora.
A experiência não é negada, ela é lembrada e reavivada e isso não impede que se rompa novamente com o locus social. Mas o que não se faz, ou que é difícil realizar é uma ruptura constante e total.
Talvez quem faça ou alcance tal feito seja taxado por esse locus como louco, como um ser não social, selvagem, medíocre, mendingo. Quem sabe estes não sejam os que realmente vivem, mas só não se beneficiem disto porque o locus social prefira não viver e ser somente COTIDIANO.
Olhar a alma
Olhar o ser
Não só olhar mas "estar em" também.
Não só estar mas ser também.
Somos (ou não) parte (ou todo) do que vivemos e experenciamos durante o decorrer da nossa vida (ou não vida).
Bem se eu penso assim, pra este pensamento creio eu que para se ser mais, não algo superior mas apensas com mais vivências/experiências, precisamos viver mais.
Viver mais não no sentido de fazer mais coisas, ir a mais lugares, conhecer mais pessoas. Mas viver mais no sentido de estar aberta(o) a coisas novas, diferentes do seu cotidiano natural.
Simplesmente o sair da rotina, do dia a dia que muitas vezes é repetitivo não porque você quer que seja, mas porque todo o locus social no qual nasceu, cresceu e vive hoje determinou que o seja.
Vencer esse cotidiano, superá-lo diariamente é um romper com o status social no qual se habituou e, muitas vezes romper com a propria siciedade da qual faz parte e viver num mundo paralelo. Mundo este dificil de ser sustentando quando se conflita a cada segundo com o locus social do qual se separou.
É mais facil para os viventes romper apenas momentaneamente com esse locus social, pela simples vivência do novo. Mas depois de experenciado o rompimento, se retoma o cotidiano no minuto seguinte ao fim da experiência ruptora.
A experiência não é negada, ela é lembrada e reavivada e isso não impede que se rompa novamente com o locus social. Mas o que não se faz, ou que é difícil realizar é uma ruptura constante e total.
Talvez quem faça ou alcance tal feito seja taxado por esse locus como louco, como um ser não social, selvagem, medíocre, mendingo. Quem sabe estes não sejam os que realmente vivem, mas só não se beneficiem disto porque o locus social prefira não viver e ser somente COTIDIANO.